Tenho para mim que as sondagens são só um instrumento de percepção.
Atribuir-lhes o valor que não têm para poder, por exemplo, afirmar que uma vez projectada (nas sondagens) a vitória a um grande Partido da Esquerda já permite não votar nele mas sim noutro para garantir pressão à esquerda numa futura legislatura, pode ser uma falácia com efeitos surpreendentes.
Vale o que os cidadãos eleitores depositarem nas urnas e isto não inclui os jogos mentais. Só será contabilizado aquilo que é para contabilizar, isto é, a evidência escolhida.
As últimas sondagens trouxeram-nos surpresas. Nestas eleições, quem não quiser ser surpreendido, não se fie nos votos dos outros porque o fio é curto e protestar não basta.
Em simultâneo:
-> a Barbearia do Senhor Luís
-> Eleições2009/o Público










